Fonte:
http://blogdopaulinho.wordpress.com/2009/12/04/quadrilha-olimpica-superfaturou-ate-a-tocha/
Quadrilha olímpica superfaturou até a tocha
By PaulinhoTocha Pan-Americana teve aumento de 169%
http://www.blogdocruz.blog.uol.com.br/
Festejada em todo o país como símbolo histórico de eventos esportivos, a tocha dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro teve custo unitário de R$2.042,00, aumento de 169% sobre a proposta original, R$ 759,00.
Já em ritmo de Olimpíadas 2016, muitos convênios do Pan 2007 estão longe de um esclarecimento final.
Mesmo os temas que tratam de assuntos luminosos, como a confecção da tocha, nem sequer mostram luz no fim do túnel, tal o desencontro de informações entre o Comitê Organizador (CO-Rio) e o Ministério do Esporte.
Pior:
Cada processo do Pan que vai a julgamento, lá vem surpresa. Como ontem, quando o Tribunal de Contas da União fixou 30 dias para que o Ministério do Esporte responda sobre “elementos” que já deveriam ter sido encaminhados àquele órgão há mais de três meses.
Em outra decisão, o TCU pede ao ministério de Orlando Silva esclarecimento sobre tomadas de contas especiais de seis convênios, totalizando R$115,1 milhões.
Tocha
Mas o que chama atenção é o Convênio 005/2007, uma confusão, sem exageros.
Em janeiro de 2007, o Ministério do Esporte repassou R$ 4,7 milhões ao Comitê Organizador do Pan (CO-Rio) – Convênio 005/2007 – para organizar a “cerimônia de revezamento da tocha”.
Desse valor seriam confeccionadas 4.000 tochas, ao custo de R$ 1.563.466,67 milhão, conforme o plano original do CO-Rio.
Primeiro desencontro: a proposta da empresa que fabricou o artefato era de R$2.922.700,00.
Aditivo
Em agosto de 2007, o Ministério do Esporte fez um aditivo ao Convênio 005/2007 e lá se foram mais R$ 1.190.255,00 para o Comitê Organizador fechar a conta da corrida da tocha.
Passa o tempo e os auditores do TCU foram fiscalizar a execução do tal convênio.
Surpresa! Em vez de 4.000 tochas encontraram no depósito da Marinha apenas 448 peças, assim: 82 novas, 347 usadas e 19 quebradas.
No faz e refaz das contas da confusão os auditores concluíram que foram confeccionadas apenas 500 tochas, ao custo de R$ 1.021.000,00.
Barbaridade!
Diz o relatório do Tribunal, de 24 de setembro de 2008, encaminhado ao ex-ministro Marcos Vilaça:
“Cabe conferir destaque ao custo unitário da tocha, que saltou de R$ 759,00 (projeto original do CO-Rio) para R$ 2.042,00 a unidade.”
A questão é confusa mesmo, e o TCU quer que o Ministério do Esporte esclareça em que estágio se encontra essa e tantas outras contas que ainda não fecharam.
No item 1.9.3, pede, textualmente análise de “impropriedades apontadas” na matéria, posicionamento do Ministério a respeito “bem como documentação comprobatória”. Assim:
“comprovação/destinação do montante de R$ 641.500,00, relativo à diferença entre o valor de R$ 1.021.000,00 liberado para a execução de 500 unidades, e o previsto na proposta da empresa executora de R$ 379.500,00, ante a ausência de justificativas circunstanciadas acerca da vertiginosa elevação do custo unitário da tocha de R$ 759,00 para R$ 2.042,00”.
Oscar, o Mão Santa, em 2007
O relatório dos auditores do TCU sobre o assunto tem expressões do tipo:
“…ausência de elementos satisfatórios acerca da execução do Convênio 005/2007”
” … declaração fornecida pela Secretaria do Pan do Ministério do Esporte deixa evidente o quão nebulosa e contraditória é a fundamentação da execução desse convênio…”
“… ausência de documentos comprobatórios no tocante à expressiva elevação do custo unitário de confecção das tochas…”
“… abrangência e superficialidade quanto ao detalhamento da reformulação das metas, bem como dos fatos que ensejaram a solicitação do Temo Aditivo” (de R$ 1.190.255,00)
“… ausência de recibos e de comprovantes de pagamento”
Finalmente, e não menos duro e duvidoso para o TCU sobre a real necessidade do termo aditivo de R$ 1.190.255,00:
“… cuja justificativa para sua constituição (do termo) se encontra permeada de informações e declarações conflitantes entre a Secretaria do Pan do Ministério do Esporte e CO-Rio…”
Panorama
Enfim, é o panorama de um evento realizado há quase três anos, enquanto as mesmas autoridades políticas e esportivas já vivem no ritmo eufórico de Rio 2016…
Obs: os números e citações entre aspas foram obtidos em relatório oficial do Tribunal de Contas da União.
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alessandro linjardi buzato (ma07/01/2010 12:35vendas do futebol do interior lec e gemmaringa passou por isso primeiro vendem campos do clube (brinco da vila ) na calada da noite vende -se o time prometendo titulos ,sim ganhamos a terceira divisao mas nao venderao nossas glorias e historias tentem inpedir por que aqui nao deu tempo. Para meus netos e seus possam ir num classico do cafe ou so ler num livro.
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RICK19/12/2009 20:20IRATI/TUBARÃOHOJE O IRATI JOGOU NO ESTADIO DO CAFÉ. PELO JEITO NÃO HOUVE COBRANÇA DE INGRESSO E NEM PODERIA MESMO.
DAQUI A POUCO VÃO TROCAR DE CAMISA, APESAR DE JA SEREM AZUIS.
IRATI PASSARÁ A CHAMAR LEC.
ESTAMOS PERDENDO A TRADIÇÃO.
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João Vitor08/12/2009 09:39Venda do VGD ou do Café???Não sou de Londrina mais acompanho o tubarão via este site e o da falange azul, vendo essas noticias sobre venda do vgd e reforma do Café, percebo que as pessoas que realmente acompanham o Londrina não querem de forma alguma a venda do VGD, mas pela lógica uma cidade como lOndrina não pode ter dois estádios do porte do Café e do VGD, pois isso se torna um gasto publico desnecessario visto que Londrina só tem um time (Portuguesa naum conta).
Então fica minha duvida, qual a melhor opção a venda do VGD e reforma do Café, ou a reforma do VGD e venda do Café??
Obs.: Nunca fui a Londrina, nem sei aonde fica localizado os estadios, tenho essa duvida porque até agora sempre vi o pessoal sendo contrario a venda do vgd, mas nunca vi nenhum comentario pedindo a venda do café.
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Paulo Cesar Trim07/12/2009 12:39VERGONHAA OBRA SERÁ COM RECURSOS FEDERAIS TAL QUAL EM MARINGÁ. A vila olímpica era uma idéia do Alex Canziani em campanha para prefeito, depois foi copiada em Maringá pelos irmãos Barros. Agora o valor é pequeno para fazer a REFORMA até do Estádio do Café. E a Maternidade no mesmo terreno? Como é que vão fazer? Como é que fica? Agora o interessante é a PRESSA em fazer a venda. Por que tanta pressa? Qual é o projeto da vila olímpica? É igual ao Teatro do Nedson Micheletti, que só existia no papel. DEVAGAR gente. Tem coisa ainda para ser feita. E a imprensa disse que o vestiário era escorado com madeira.. Já mudou, já foi feito a reforma e aquilo nem existe viu Tiago Mossini. A Folha de Londrina precisava ser mais criteriosa com a matéria que publica. E ainda este canto da sereia que é vender para reformar o Café e ainda construir uma vila Olímpica. Nem tinhamos carrinho para fazer a manutenção das luminárias do Ginásio Moringão.
Só especulação imobiliária. Coisa feia, Senhor Homero Prefeito.
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RICK05/12/2009 15:49VGDESTÃO CONSEGUINDO O QUE QUERIAM. VENDER O VGD. ORA NÃO PRECISA SER MUITO INTELIGENTE PARA VER QUE O VGD FICOU INTERDITADO PORQUE A PODEROSA IMPRENSA ESPORTIVA LONDRINENSE QUERIA.
O RESPONSAVEL PELA VISTORIA DO ESTADIO CHEGOU A DIZER AO PETER SILVA QUE SOFREU PRESSÃO AQUI DA CIDADE PARA INTERDITAR O VGD.
NÃO SEI A QUEM INTERESSA ,MAIS O VGD É MELHOR QUE MUITOS ESTADIOS QUE DISPUTAM O PARANAENSE E ATÉ DE ALGUNS QUE DISPUTAM A LIBERTADORES NA AMERICA DO SUL.
SE HOUVESSE UMA CAMPANHA NA IMPRENSA AS NOSSAS CONSTRUTORAS REFORMARIAM DE GRAÇA O VGD.







Felipe Lessa, 27 anos, jornalista. Torcedor do Londrina Esporte Clube de berço, frequentador dos jogos do Tubarão desde 91. Colabora ou já colaborou com veículos como Globo Esporte, Tribuna do Paraná, Gazeta do Povo, Blog De Primeira, O Estado do Paraná, Futebolparanaense.net, entre outros.