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Campo Mourão vira a ‘casa’ do Londrina

Ademir Reis, novo treinador do Londrina
Ademir Reis, novo treinador do Londrina
A nova diretoria de futebol do Londrina informou ontem que a equipe que treina atualmente em Campo Mourão, sob os olhos do técnico Ademir Bertoglio, seguirá por lá até depois da estreia na Copa do Brasil, dia 24 de fevereiro, contra o Uberaba, no Triângulo Mineiro. Desta maneira, a pré-temporada, os exames médicos e de avaliação física de elenco serão feitos no centro de treinamento do Sport Club Campo Mourão, que também é parceiro do grupo paulista Universe, novo gerenciador do LEC.

“O elenco não sai de lá antes do jogo com o Uberaba. Depois, no retorno de Minas, mais uns dias, é que todos virão para Londrina. E a pré-temporada será em Campo Mourão também, assim como os exames médicos, que estamos tentando para a próxima semana”, afirmou o diretor geral do LEC, Vágner Nunes.

Segundo ele, esse espaço de tempo será usado para que a diretoria ache um lugar de treinamento em Londrina – ou região – ideal para o elenco treinar e se hospedar. Vagner também afirmou que ainda não tem jogador contratado, o que acontecerá somente após a realização dos exames médicos.

O dirigente do Tubarão confirmou que tem em mãos algumas propostas de empresas de material esportivo para analisar qual será a que vestirá o novo time. Mas adiantou que não haverá troca de favores e sim, a empresa pagará para ceder material ao LEC.

Estádio do Café

O presidente da Fundação de Esportes (FEL), Paulo Roberto de Oliveira, recebeu ontem o laudo de vistoria do Estádio do Café feito pela Polícia Militar. O estádio está interditado pela Federação Paranaense de Futebol (FPF) após vistoria feita por PM, Corpo de Bombeiros e a própria FPF. Oliveira disse que há a possibilidade das reformas exigidas não serem realizadas a tempo do LEC enfrentar o Uberaba no jogo de volta da Copa do Brasil, marcado para o dia 10 de março. A construção de um muro nas divisas com o autódromo é uma das principais exigências da comissão de vistoria.

Fonte: Jornal de Londrina - Aurélio Cardoso

Comentários
  • RICARDO
    A MESMA CONVERSA
    Ouvindo o Vagner, parece que estou ouvindo o C.A. Garcia, Raul Plasma ou Peter Silva. Todos disseram que o LEC não jogaria mais no VGD, que colocariam 30.000 pessoas no Café, blá,bla,bla., depois acabaram achando que o VGD era a salvação do time, como disse recentemente o Peter, que culpou forças ocultas de impedir que o LEC jogasse no VGD o campeonato Paranaense.
    Se o Vagner pensa que a venda do VGD e favas contadas, engana-se porque a população é contra e alguns vereadores também.
    Já que ele pensa que o LEC é o Real Madri, então porque não deixar o VGD para a Portuguesa jogar a segunda divisão.
  • Luiz Octavio Reis
    A Karilu rodou, então?
    Entre idas e vindas, a Karilu Sport sempre forneceu material esportivo ao Tubarão. Há uns 10 anos isso acontece com muita seriedade. O Londrina, ao longo desses anos, tentou mudar algumas vezes de fornecedor, mas sempre batia de frente com a logística. Muitas vezes, os fornecedores não entregavam camisas suficientes para que fossem vendidas nas lojas, irritando os torcedores alvi-celestes. Por isso, antes de descartarem a Karilu, pensem nisto. O torcedor do tubarão não se importa com o fornecedor de camisa, e sim com aquele que lhe dará a chance de compra-lá e vesti-lá no campo ou em qualquer lugar. Vale apena analisarem este ponto.

    Abraços a todos!
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