Qua, 01 de Setembro de 2010 11:56
Marcelo Benini
A Ata de Audiência completa pode ser lida no seguinte link [http://www.trt9.jus.br/internet_base/publicacaoman.do?evento=Editar&chPlc=3925942&procR=AAAbqKAAZAAKaXJAAP&ctl=3] direto no site da TRT 9ª Região. Indagado o Sr. Vagner pelo Juízo acerca da situação do Londrina Esporte Clube, este informou: "que existem salários em atraso que variam de três meses a trinta dias; que existia a quantia de R$400.000,00 para início da Copa do Brasil de 2010, entretanto não foi entregue ao clube já que este não solicitou o numerário; que os depósitos do FGTS e recolhimentos ao INSS não foram efetuados e estão sendo realizados os tramites para pagamento juntamente ao contador".
Manifestado pelo Ministério Público o interesse no depoimento pessoal do Sr. Vagner, restou deferido pelo Juízo, o que acontece nos seguintes termos:
1 - que procede a informação lançada no último paragrafo de fls. 2386 e início de fls. 2386 verso de que alguns atletas e dois funcionários (massagista Vagner e roupeiro Osni) estavam com salários em atraso há mais de dois meses;2 - que confirma que alguns atletas não chegaram a ser registrados por conta de que o contador ainda iria fazer o respectivo registro, sendo que não havia ainda contratado um contador formalmente;
3 - que não existe nenhuma CTPS em poder do depoente, mas sim em poder do administrador Rubens Moretti e algumas estão com os próprios atletas;
4 - que mesmo os atletas que não tinham a respectiva anotação em CTPS foram registrados pelo Londrina Esporte Clube junto à CBF e à Federação Paranaense de Futebol;
5 - que durante a Copa do Brasil em janeiro e fevereiro de 2010 não houve atraso no pagamento de salários, mas tão somente os atrasos se iniciaram por ocasião do Campeonato Paranaense e apenas para alguns atletas e não todos, não sabendo precisar a quantidade;6 - que confirma que os salários anotados nos contratos da CBF foram orçados em torno de R$600,00 mensais, o que foi concordado pelos atletas para que não houvesse a incidência plena de tributação, o que é praxe no meio esportivo;7 - que não sabe afirmar se o email de fls. 2388/2389 referiu-se a um protocolo de intenções do Sr. Rogério Berti do Grupo Universe, mas confirma que os valores a serem pagos aos jogadores e demais empregados são os contantes neste documento;8 - que a diferença entre os valores constantes nas folhas anteriormente citadas e os R$600,00 foi paga por fora, com a concordância expressa dos jogadores; 9 - que para a Copa do Brasil foram pagos inclusive os valores por fora para os atletas; que entende que a clausula 10 do contrato foi mal colocada quando da celebração posto que a Copa do Brasil é um campeonato de apenas dois jogos, já que o Londrina Esporte Clube perdeu as duas partidas em que participou, sendo impossível o dispêndio do montante de R$400.000,00; [Esta declaração do Vagner chega a ser cômica. Ué campeão, não leu o contrato que assinou? Tá lá, R$ 400 mil para a Copa do Brasil. E dois jogos apenas para clubes com um elenco FEDORENTO DE RUIM como foi o motando pelo digníssimo gestor.]
10 - que não sabe qual o valor efetivamente gasto nesta competição, o que poderá ser aferido junto ao interventor Rubens Moretti que possui os recibos;
11 - que os recibos consignam a quantia total recebida pelo atleta inclusive os valores por fora; que a Copa do Brasil tem uma duração aproximada de dois meses e meio, sendo que os clubes recebem valores correspondentes a uma cota por cada fase disputada, após a disputa;
12 - que em consequência disto, após cada fase o clube recebe de volta um valor para fazer frente às despesas que assumiu;
13 - que o valor pago pela CBF consta da guia de depósito de fls. 2269 no importe de R$81.000,00; que desse valor, 70% caberia ao Grupo Universe, conforme cláusula 13 do contrato celebrado; que estima em mais R$10.000,00 a despesa na Copa do Brasil com hotel, deslocamento, refeições, etc, isso sem computar obviamente o valor despendido com os atletas;
14 - que caso o Grupo Universe não tivesse celebrado o acordo de fls. 2260/2261, teria arcado além do valor que lhe competia receber da CBF com mais R$58.000,00 aproximadamente, com a Copa do Brasil; que todos os pagamentos tiveram o numerário retirado da conta da Big Papel; que os últimos pagamentos foram efetuados através de cheque de outras empresas, crê o depoente, de emissão do Sr. Rogério Berti; que não tem conhecimento específico sobre os assuntos financeiros, que são cuidados pelo Sr. Rogério Berti;
15 - que acredita que todos os pagamentos feitos até março de 2010 o foram em dinheiro e os posteriores em cheque; que acredita que a grande maioria dos cheques foi devolvida por insuficiência de fundos, sendo que estes cheques não foram de emissão da Big Papel;
16 - que confirma o início do segundo parágrafo de fls. 2387 no sentido de que desde a assinatura do contrato até quatro meses posteriores não foi depositado nenhum numerário para o Londrina Esporte Clube;
17 - que a grande dificuldade encontrada pelo grupo Big Papel foi a de visibilidade da marca Londrina, tendo em vista que o Estádio VGD não estava liberado pelo Município de Londrina para utilização e o Estádio do Café estava em obras;
18 - que outro problema foi o fato dos jogos da segunda divisão do Campeonato Paranaense não serem televisionados; que existiram várias tratativas no sentido de arranjar patrocinadores, mas estas não se concretizaram; que confirma que se colocou a frente do grupo para tocar o futebol do Londrina Esporte Clube porquanto o grupo Big Papel dispunha de recursos próprios para financiamento da atividade esportiva;
19 - que confirma que o Sr. Rogério Berti se comprometeu a um investimento da ordem de R$115.000,00 mensais com recursos próprios no primeiro ano de contrato;
20 - que os problemas de ordem financeira tiveram início pois o clube não tinha estádio jogar na própria cidade tendo que se deslocar a outros municípios aumentando as despesas, por exemplo, com hotelaria e transporte; que considerando que os jogos eram realizados em outros municípios os patrocinadores não tinham o mesmo interesse em investir no clube, pois queriam divulgar suas marcas em Londrina; que a despesa estimada em R$115.000,00, ao que acredita o depoente, subiu para aproximadamente R$150.000,00 mensais;
21 - que as dificuldades supra começaram em meados de maio de 2010; que até meados de junho persistiu a situação dos jogos fora de Londrina, sendo que posteriormente retornaram para Londrina;
22 - que de fevereiro a maio fizeram o treinamento dos atletas em Campo Mourão dada a dificuldade de um local apropriado em Londrina; que tomou ciência da notificação de fls. 2385 recebida pelo treinador Vantuir; que o Grupo Big Papel, a despeito do contido na clausula 3. paragrafo primeiro, de fls. 2168, efetuou o pagamento de dividas anteriores junto à Federação Paranaense de Futebol e ainda, deixou de receber um valor de patrocínio de R$10.000,00 da Sercomtel, por conta de uma retenção referente a uma divida da vetusta administração do Londrina Esporte Clube de R$12.000,00 referente a contas de telefone; que só ficaram sabendo do desconto logo após o jogo por ocasião da retenção dos valores, sendo que no jogo a marca Sercomtel figurou regularmente nas camisas dos atletas; que o contrato celebrado com a Sercomtel está de posse do Sr. Marcelo Martins que passou a atuar na área de marketing do grupo Big Papel;
23 - que a Grupo Big Papel não quitou o deficit contábil com recursos próprios devido a dificuldades com patrocinadores já expostas; que garante que mensalmente foi gasto no Londrina Esporte Clube muito mais que R$115.000,00; [Peraí, então procede a informação que os caras chegaram aqui e acharam que iam "tocar" o clube sem precisar colocar dinheiro do próprio bolso! E estavam plenamente na dependência da captação de recursos por aqui mesmo, além da mesada do tal do Berti?! E todo aquele papo de grupo forte, de empreendedor, do diabo a quatro, hein seu Vagner. Conversa fiada da peste.]
24 - que não chegaram a trabalhar com atletas amadores, pois ocorreu antes disso o pedido de resilição contratual; que não houve tempo para trabalhar com amadores ou outra atividade de assistência pois o período contratual foi curto, de apenas cinco meses, sendo que em três desses meses foi obrigado a trabalhar em outra cidade, Campo Mourão; [Ainda bem né campeão. O "tombo" na galera seria bem maior.]
25 - que os atletas tinham acesso a televisores, à internet, assim como poderiam ler revistas e jornais desde que comprassem;
26 - que o depoente fez esforços juntamente com os outros participantes do Grupo Big Papel para efetuar a venda de um apartamento situado no bairro Alto de Pinheiros em São Paulo, mas não houve êxito na venda desse imóvel; que também se recorda no atraso de dois meses de salário do Sr. Edson, que trabalha no setor de serviços gerais do Londrina Esporte Clube;
27 - que o Sr. Bruno também tem atraso de salários em torno de dois meses; que desconhece se existe alguma CTPS com o Sr. Marcelo Martins, mas que se alguma estiver com este será passada de imediato para o Sr. Rubens Moretti; que possui recibos de pagamento e de depósitos dos pagamentos efetuados durante toda a Copa do Brasil aos atletas;
28 - que reitera que todos os comprovantes de gastos com o Londrina Esporte Clube estão de posse do administrador judicial; que reitera que todos os comprovantes de gastos com o Londrina Esporte Clube estão de posse do administrador judicial; que não tem nenhum protocolo dessa entrega, mas foi informado pelo Sr. Marcelo Martins que estes documentos foram entregues ao Sr. Rubens Moretti; que tem prova documental em poder da Big Papel de que tiveram gastos aproximados em R$150.000,00 mensais com o Londrina Esporte Clube;[DO QUE VALE UM RECIBO, SE MANDOU CHEQUE VOADOR PARA A TURMA. MEUS BOLETOS ESTÃO TODOS EM ABERTO AINDA E A PROMESSA DE QUITAR ATÉ DIA 30, O CHEQUE SEM FUNDO, NÃO FOI CUMPRIDA.]
29 - que a renda dos jogos não foi repassada para a conta judicial, pois esta cobria apenas a despesa do jogo, sendo que foi negociado junto ao Sr. Rubens Moretti que esse repasse não seria feito por conta do baixo valor aliado ao elevado custo dos jogos;
30 - que foi vendido para o exterior um jogador não registrado pelo Londrina Esporte Clube, que treinou junto a este, mas não foi contratado; que esse jogador foi registrado pelo Londrina Esporte Clube junto à Federação Paranaense de Futebol, mas, ao que se recorda, aproximadamente uma semana após o registro foi negociado; [Ué, foi ou não foi registrado pelo Londrina?]
31 - que a canga esporte material esportivo celebrou contrato com a Big Papel e não com Londrina Esporte Clube; que não sabe de cabeça os termos e valores deste contrato; que o Hotel Crillon é credor da Big Papel e não do Londrina Esporte Clube; que todas as despesas de alimentação, hospedagem, transporte, material esportivo, etc, foram assumidas pela Big Papel e não pelo Londrina Esporte Clube;
32 - que houve um acerto verba pelo depoente junto ao Hotel Crillon para que figurasse na camisa do Londrina Esporte Clube o logotipo daquele em troca de um quarto para que o depoente residisse; que a Canga Esporte não fez nenhum patrocínio, mas seu logo constava na camisa por ser o fabricante do material esportivo; que o único contrato celebrado com a Canga Esporte foi o de fornecimento de material esportivo;
33 - que houve fornecimento de alimentação adequada aos atletas; que o contrato de fornecimento foi fechado com a nutricionista Isabela Carneiro, da empresa Nutriest; que no ultimo mês o contrato com a Nutriest foi rescindido, de sorte que o fornecimento de alimentação passou a ser feito de forma direta através de cozinheiras que já eram funcionárias do Londrina Esporte Clube; que o fornecimento de refeição era diário.[Foi rescindido por qual motivo? Falta de pagamento?]Tendo em vista a presença espontânea do Sr. André Luiz dos Santos, foi coletado seu depoimento pessoal, nos seguintes termos: "que houve por conta de dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas que compõem o Grupo Universe, na virada do ano, um estancamento dos investimentos na área esportiva, sendo garantido um valo mínimo a partir de meados de março para abril apenas para que os atletas pudessem treinar, se alimentar e se deslocar para os jogos".[Ou seja, a empresa já nasceu quebrada, afinal e pelo que consta nos registros, ela foi constituídoa nos últimos dias de 2009] Ultimadas as rescisões, o Ministério Público se propõe a negociar o valor da cláusula penal decorrente do descumprimento do contrato homologado, respondendo o bem acima por esta multa a ser negociada após ultimadas as rescisões, ficando marcado o dia 11/11/2010 às 14 horas para que seja discutido com o Ministério Público a cláusula penal. Bom, para quem acompanhou as coisas bem de perto, boa parte do que foi dito pelo "depoente" para mim é piada.
Seg, 30 de Agosto de 2010 14:38
Marcelo Benini
Sex, 06 de Agosto de 2010 15:53
Marcelo Benini
Com a recente negociação de dois jogadores com passagem nas categorias de base do LEC, será que vai render "algum" para os cofres do clube? Tem né!!! O Alan que estava no Fluminense foi vendido para o Red Bull Salzburg, da Áustria. O Londrina negociou o jogador com o grupo Massa em 2007 ou 2008, não me recordo agora. Atualmente 75% do jogador é da Traffic e os outros 25% da Massa Sports. O valor da negociação com o clube da Áustria não foi revelado, mas o LEC como formador deve ter direito de pelo menos 0,5% a 1% da transação. E gostaria de agradecer o Alan. Obrigado amigão por (não) citar o LEC na sua coletiva de "despedida" do Fluminense. Tudo bem que foi o clube das laranjeiras que te projetou, mas foi o LEC quem deu aquele "tapa" inicial, ingratidão é foda. O outro jogador negociado recentemente é o meia Rafinha, foi para o Genoa. Esse, dizem os "línguas pretas" saiu do LEC pela porta do fundo, iria abandonar o futebol para voltar a jogar futsal e mais tarde apareceu nas categorias de base do Coritiba. Tenso né? Mas enfim, como passou algum tempo por aqui, o LEC deve ter direito a alguma migalha. Quando ele foi negociado com o Schalke 04, o Londrina recebeu (??) ou deveria ter recebido algo, o Agostinho Garrote era o presidente na época.
Alan com o Luciano Japonês, RP da Falange Azul
Sergião, Alan e Fernando, na sede da Falange Azul
Qua, 04 de Agosto de 2010 03:28
Marcelo Benini
Bem que o Londrina podia lançar uma camisa comemorativa da Taça de Prata. =) Brincando fiz dois modelos "fantasia". Vale pagar uns R$ 100,00 não?
Qua, 04 de Agosto de 2010 03:07
Marcelo Benini
 No site do Beto Richa, candidato ao governo do estado, está lá uma foto dele com um torcedor do Tubarão. Ele é londrinense e dizem que é torcedor do Londrina, será?
Qua, 04 de Agosto de 2010 02:54
Felipe Lessa
O futebol paranaense há algum tempo cambaleava. Agora rasteja e pede água. Com uma federação que talvez apareça apenas nos fins de jogo, pra checar os borderôs e receber o que os clubes lhes devem (repare na renda e nas despesas), resta o que aos clubes além de agonizar ou morrer?
Talvez a Federação Paranaense de Futebol não seja a única responsável pela decadência, mas cabe a ela o fortalecimento daqueles que a sustentam. No entanto, o que é feito? São cobradas pesadas taxas, organizados torneios com supermando e criados tribunais alternativos para punir quem a contesta?
Quanto aos clubes, o que declarar? Muitos tradicionais acabaram por esforço próprio. Entre eles o Grêmio Maringá, pela dependência constante da prefeitura. Outros, como o Matsubara, apenas para voltar às origens de revelar jogadores. O União Bandeirante por perder sua razão de existir, com a venda da usina de Serafim Meneghel.
Já sobre os que se mantêm vivos, mas agonizam, estão dois grandes: um do interior, outro da capital. No Londrina, vencedor de três títulos estaduais e uma Taça de Prata, a morte apenas não chegou por teimosia daqueles que já pintaram o VGD* e pegaram pesado na enxada para roçar o mato que a prefeitura deixou crescer.
Em Curitiba, o Paraná Clube, que já foi considerado um dos mais ricos do país e ganhador de quase tudo nos anos 90, deixa de pagar salários, os jogadores entraram em greve e o presidente afirmou que já pensou em fechar as portas para o futebol.
Isso para não falar da dupla atletiba. O Atlético capenga na Série A do Brasileiro e se mostra displicente com a adequação da Arena ao caderno de encargos da Fifa. E o Coritiba? Desce e volta da elite nacional, mas volta e meia perde jogadores a preço de banana, como o Alex (que valeu menos que Oseias) – quando recebe, já que no caso Ariel nada entra para o clube – por despreparos contratuais.
Bom, situação deprimente para um estado que já teve dois campeões nacionais da série A, cinco* campeões da Segundona e um campeão da Terceirona. Porém, é o momento exato para o renascimento,
O futebol de hoje está valorizado e é lucrativo para todos – desde que se trabalhe para isso. Mas para ter um futebol forte é preciso abandonar velhos vícios e manias que hoje são inaceitáveis para quem tem ambições positivas, algo que parece ser almejado por algumas equipes.
Entre os exemplos negativos que ainda norteiam o futebol está o cabide de empregos e o funcionalismo. A ausência de transparência é outro problema. Mas isso é assunto pra outro dia. Reflitam.
Notas *Estádio Vitorino Gonçalves Dias, pertencente à prefeitura, mas cedido ao clube em comodato desde 1990; Em 2009 o prefeito Barbosa Neto se recusou a renovar o contrato com o clube.
** Computado o título do Grêmio Maringá no ‘Robertinho’ 1968, com direito a blefe do Botafogo no torneio dos campeões e vaga desperdiçada na Libertadores por incompetência da antiga CBD, que não indicou participantes para 1969..
Extra Copie o link e cole no navegador... http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:4YB7K23IFRQJ:www.domingosmoro.com.br/4linhas.php%3Fid%3D2889+%22h%C3%A9lio+cury+filho%22+domingos+moro&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br&client=firefox-a
Qui, 22 de Julho de 2010 08:00
Marcelo Benini
 Hoje não vou apresentar nenhuma banda que "toca" futebol, mas sim o terceiro uniforme do Brasiliense, que virou uma homenagem ao dia Mundial do Rock. A confecção do terceiro uniforme do Jacaré faz parte da nova filosofia do clube de ampliar o diálogo entre o torcedor e time. O design e a estampa foram sugeridos por uma internauta e torcedora apaixonada do Jacaré, que propôs uma leitura rock’n roll. A camisa é azul, simulando um tom de jeans, e mantêm a tradicional cruz no peito, que aparece, nesta versão, em preto. O novo símbolo do Jacaré aparece centralizado no lado esquerdo. O diferencial são as estampas impressas na camisa, que aparentam ter sido coladas – algumas delas trazem a imagem de caveiras e, em outras, se podem ler o nome do Brasiliense. As caveiras da camisa são do seriado Crimson Ghost que a banda, horror punk rock, Misfits "incorporou" em seu visual e álbuns.
Qua, 21 de Julho de 2010 07:53
Felipe Lessa
Ter, 20 de Julho de 2010 05:33
Marcelo Benini
O Tatinha, repórter da Rádio Paiquerê, fez um levantamento de todos os ex-jogadores do Londrina que atualmente disputam o Campeonato Brasileiro. Vejam a lista: Alan e Diogo (Fluminense) Ricardo e Diego Macedo (Atlético-MG) Henrique (Cruzeiro) Germano (Sport) Soares (Vitória) Nei (Paysandu) Bruno Mineiro (Atlético-PR) César Gaúcho (Náutico) João Paulo (Paraná) Técnico: Roberto Fernandes (Atlético-GO) Na última rodada do brasileirão, o atacante Alan marcou o gol da vitória do Fluminense contra o Santos na Vila. O artilheiro do Flu tem 6 gols e Alan (reserva) vem na sequencia com 4 gols e no jogo Vasco 3x1 Atlético-PR o ex-LEC Bruno Mineiro fez o de honra do CAP. E na rodada anterior, Ricardo marcou para o Atlético-MG na vitória contra o Atlético-GO. O Londrina ainda tem 10% dos direitos econômicos do Ricardo. O atacante estava no Grêmio e foi negociado com o Atlético-MG, a negociata rendeu cerca de R$ 100 mil ao LEC.
 Ricardo Bueno em ação pelo CAM.
Qui, 15 de Julho de 2010 02:18
Marcelo Benini
Compartilho com os amigos, torcedores, sócios e curiosos um pouco dos assuntos em pauta no Conselho Representativo do Londrina nas últimas semanas e as ações futuras. É importante, antes de qualquer coisa, explicar um pouco o que é esse Conselho Representativo, as razões da constituição deste grupo, quem são as pessoas que compõe o CR e os objetivos. O conselho foi constituído no final do ano passado para auxiliar o interventor judicial do Londrina, portanto, devidamente legal e autorizado pela Justiça do Trabalho, nos assuntos administrativos do LEC, especialmente na reforma estatutária e do quadro associativo. O responsável pelo conselho é o advogado, Dr. Carlos Scalassara, que vem articulando a constituição do grupo e demais assuntos. O conselho é formado por cinco comissões, são elas: Conselho Fiscal, Comissão de Monitoração do Futebol, Comissão de Recomposição do Quadro Associativo, Comissão de Quitação de Dívidas e Comissão de Reforma Estatutária. Compõe o conselho, empresários e pessoas diversas da nossa comunidade, representantes da OAB, ACIL, APPL, Prefeitura, Sinduscon, UEL, Falange Azul, além da participação direta da Justiça e Ministério Público do Trabalho. Estou integrando a comissão há apenas duas semanas, neste período ocorreram duas reuniões e alguns assuntos de maior urgência foram pautados, especialmente após o rompimento do contrato com o grupo gestor, alguns são: Filiação dos antigos e novos sócios A principio, serão duas modalidades de sócios, pessoa jurídica e pessoa física. A mensalidade para pessoa física será inicialmente no valor de R$ 15,00, enquanto para pessoa jurídica, cotas no valor de R$ 50,00. A partir do cadastro, de extrema simplicidade, o interessado passa a figurar no quadro associativo do clube e terá direito a voto nas futuras eleições bem como na aprovação do futuro estatuto em assembleia. Uma campanha publicitária será desenvolvida para essa ação de filiação. Até o momento três agências demonstraram interesse em assumir este trabalho em chamada feita pela APPL (Associação dos Profissionais de Propaganda de Londrina). Entre esta e a próxima semana, uma agências será escolhida para desenvolver a campanha. O sócio, que por ventura for cliente Sercomtel, terá a opção de vincular a cobrança da sua mensalidade na fatura da conta de telefone. Outros meios e formas de pagamento estão sendo discutido, como por Débito Bancário e etc. Todo o dinheiro provindo das mensalidades será depositado em conta judicial específica para este fim. E obviamente, este montante financeiro será utilizado para a "reconstrução" do clube. É importante citar que o Londrina atualmente não tem nada a oferecer, não tem calendário, não tem sede social, não tem sede administrativa, no entanto, os futuros novos/velhos sócios farão parte da importante missão de contribuir na captação de recursos financeiros (mensalidades), aprovação do futuro estatuto e na escolha da próxima diretoria. Farão parte da sequencia inicial da reconstrução do nosso amado clube. Sem contar a participação direta na fiscalização do uso destes recursos financeiros daqui por diante. Copa Tribuna Sub-18 A não participação do LEC neste torneio pode causar entre outras coisas a desfiliação do clube junto a FPF, não preciso dizer que seria uma verdadeira tragédia. A comissão de Monitoração do Futebol fez o levantamento dos custos para a participação do clube no torneio e chegou aos valores de R$ 40 a R$ 50 mil, que inclui salários de técnico, auxiliar e mordomo; ajuda de custo para jogadores; materiais esportivos; transportes para treino e jogos; inscrições de jogadores; taxas da FPF; alimentação; medicamentos, despesas diversas e etc. No dia de hoje, uma reunião especial, deve traçar o plano de ação para captação de recursos via patrocinadores (Sercomtel, Juntas, Karilu e etc.) para arcar com as despesas deste torneio. Inclusive, se necessário, a captação de recursos entre os próprios conselheiros e torcedores. A intenção é compor o elenco com cerca de 25 jogadores, todos de Londrina e região, provindo de escolinhas ou indicações. Lembro que o clube não tem qualquer pretensão neste campeonato que não seja o de cumprir tabela para não sofrer punições da FPF. Por outro lado, esse trabalho pode ser o pontapé inicial para a futura categoria de base do clube. Esporte Clube Londrina A comissão não aprova e não vai permitir o uso do LONDRINA no nome de qualquer outro clube na cidade. Já foi feito o levantamento das leis e resoluções, inclusive da própria CBF sobre o assunto. A documentação será encaminhada para a FPF e CBF. Dívidas trabalhistas e fiscais A comissão responsável junto com o departamento de estudos jurídicos da UEL estão fazendo o levantamento REAL e atualização das dívidas do clube. Algumas propostas, envolvendo a própria sede campestre, serão encaminhadas para conhecimento da Justiça do Trabalho e credores para uma tentativa de acordo e quitação dos débitos. Este é o resumão das ações do CR neste momento e que foram discutidos na última reunião, que contou com a presença vice-prefeito José Ribeiro representando o prefeito Barbosa Neto e o diretor da Sercomtel Roberto Coutinho Mendes.
Qua, 14 de Julho de 2010 00:27
Marcelo Benini
 "Que papelão! É a única expressão que a gente encontra. A Big Papel (grupo Universe) presta um papelaço. A gente tinha razão quando fizemos aquelas ponderações. Algumas pessoas achavam que era birra do prefeito. Não era. Eu tinha razão. Alguém tem que cobrar do interventor Rubens Moreti e da Justiça do Trabalho essa trabalhada, esta enrascada. Esse ressarcimento que a empresa está pedindo é um absurdo. É o Londrina que deveria ser ressarcido". Palavras do prefeito Homero Barbosa Neto, à Rádio Brasil Sul, sobre o fim da relação entre o grupo Universe e o Londrina Esporte Clube.
Fonte: Paçoca com Cebola
Ontem, o prefeito Homero Barbosa Neto (PDT) aproveitou o rompimento para alfinetar o interventor. O político foi um dos principais críticos do acordo com a Universe. ''Lamentamos esse fundo do poço em que o Londrina chegou. Gostaria de ter sido desmentido por esse grupo que assumiu. Pessoas que não conhecem futebol, que não são da cidade e fizeram um desserviço à cidade. O grande crime foi ter impedido a eleição'', afirmou Barbosa, que disse, ainda, que a gestão do Universe chegou a ser pior que a do ex-presidente Peter Silva. Fonte: Folha de Londrina
Ontem, o prefeito Homero Barbosa Neto (PDT) aproveitou o rompimento para alfinetar o interventor. O político foi um dos principais críticos do acordo com a Universe. ''Lamentamos esse fundo do poço em que o Londrina chegou. Gostaria de ter sido desmentido por esse grupo que assumiu. Pessoas que não conhecem futebol, que não são da cidade e fizeram um desserviço à cidade. O grande crime foi ter impedido a eleição'', afirmou Barbosa, que disse, ainda, que a gestão do Universe chegou a ser pior que a do ex-presidente Peter Silva.
Qua, 07 de Julho de 2010 21:22
Marcelo Benini
Acreditem se quiser, mas segundo divulgado o novo clube é uma PUTA FALTA DE RESPEITO com o Londrina Esporte Clube e sua história. Até o escudo é PLAGIADO. O texto abaixo peguei no blog do Jorge Júnior, ele ali fala em profissionalismo. QUE PORRA DE PROFISSIONALISMO É ESSE? NÃO SE DERAM AO TRABALHO DE SEQUER "DESENHAR" UM ESCUDO. PEGARAM O DO LEC E FIZERAM ESSA MONTAGEM PORCA!!! Os nomes dos envolvidos: ADRIANO COELHO GILBERTO PONCE OTÁVIO GIANELLI (LIMPA TRILHO) JOSÉ ADENIR GIACOMINI
O Esporte Clube Londrina pertencia ao empresário José Adenir Giacomini e o presidente é Otávio Gianelli, o famoso Limpa Trilho. Otávio ofereceu o EC Londrina ao empresário Sérgio Malucelli que teve interesse, mas pelo jeito a negociação não se deu, em função de Malucelli utilizar a SM Sports.
Com isso, Giacomini e Limpa Trilho fecharam negócio com Gilberto Ponce. Giacomini pagou todas as taxas na Federação Paranaense de Futebol e na CBF e deixou regularizado o Esporte Clube Londrina. A nova diretoria tem Gilberto Ponce de presidente e o empresário Giacomini é o vice de patrimônio.
As cores do novo clube são as da bandeira do município, vermelho e branco. O escudo é idêntido ao do Londrina e dentro do escudo existe uma badiera de Londrina e a inscrição "Pé Vermelho". O time começa a ser montado em setembro e vai manter participação nas competições da Liga de Futebol de Londrina, até o início da Terceira Divisão do ano que vem.
O Diretor de Futebol será Adriano Coelho, que já iniciou o planejamento do novo clube. Adriano foi supervisor do Londrina e de vários clubes do Nordeste. Se eu conheço bem, Gilberto Ponce e Adriano Coelho não são de brincadeira e vão montar um time forte e competitivo. O planejamento será altamente profissional e contará com apoio de vários empresários da cidade e do prefeito Barbosa Neto.
Qua, 07 de Julho de 2010 00:25
Marcelo Benini
A Fundação de Esportes de Londrina vai divulgar levantamento de custos para adequação do Estádio Vitorino Gonçalves Dias. Como a FEL não tem dinheiro para a obra pretende fazer parceria com empresas e pode até vender o estádio. Continuo querendo saber porque o prefeito Barbosa Neto se recusa em renovar o comodato? O Londrina, em setembro passado, antes de toda essa zica, solicitou a renovação. O atual grupo gestor (bem ou mal) também pediu o estádio. Todo mundo sabe que o torcedor do LEC, aquele que acompanha o LEC mesmo, na boa ou na ruim, na sua maioria prefere o VGD (isso provado inclusive em pesquisa da Paiquerê tempos atrás). Do presidente da FEL eu não espero e duvido de mais nada. Depois de todo esse episódio do Café e da afirmação dele que a prioridade de uso do estádio do Café será sempre de clubes em "divisão maiores" independente da, pásmen, cidade ou estado. Que o prefeito tá se cagando por causa do atual grupo gestor, isso todo mundo sabe, é evidente, mas estamos falando aqui da instituição Londrina Esporte Clube e não das pessoas. Prefeito, diretores, jogadores, cartolas, gestores, isso tudo passa, a instituição e sua torcida fica!!! Se o player com o vídeo não aparecer mais abaixo, veja a reportagem no link: http://www.rpctv.com.br/coroados/video.phtml?Video_ID=90951&Programa=paranatv1edicao&tipo=&categoriaNome=
Ter, 06 de Julho de 2010 16:34
Felipe Lessa
A CBF deve anunciar nos próximos dias o sucessor de Dunga. Felipão, Muricy Ramalho, Mano Menezes, Leonardo, Ricardo Gomes e até Adilson Batista aparecem entre os cogitados para assumir o posto do banco mais pressionado da Copa do Mundo 2014.
Missão difícil, já que na mesma labuta passaram cidadãos de nobre estirpe como João Saldanha, Zagallo, Telê Santana, Edu Coimbra, Vicente Feola e, até mesmo, o ‘pai’ da metodologia utilizada na África do Sul em 2010: Dorival Knipel, o ‘querido’ Yustrich.
Nós do De Primeira, como bons brasileiros que somos, parte dos mais de 90 milhões que estarão em ação em 2014, todos juntos vamos nos preocupando com o futuro do escrete canarinho. Assim sendo, resolvemos mostrar que essa nação é realmente uma “pátria de chuteiras”, como bem ilustrou Nelson Rodrigues.
Por isso, sem complexo de vira-lata, sem retranca ou medo de ser feliz, confira o nosso top 6 de treinadores indicados pra Seleção Brasileira.
1 – Nuno Leal Maia
O ator global renasceu o vilipendiado Londrina no Campeonato Paranaense de 1996. Foi despedido, depois de notável campanha com um grupo limitado, somente pelo fato de o clube não ter nos cofres as moedas suficientes para bancar treinador de tal requinte. Quase consolidou o LEC num estrelato estadual que os clubes de Curitiba ainda lutam para conquistar. Fosse na capital ou no interior, tietes ensandecidas lotavam a frente dos hotéis onde o badalado e, então temido, Tubarão Leal Maia se hospedava. Ele resgatou o amor do paranaense pelo futebol – o que poderá, tranquilamente, ser feito pelo escrete. Mesmo quem não gostava de bola pedia autógrafos, até para anônimos e carniceiros atletas como João Neves, uma espécie de Felipe Melo alviceleste – facilmente domado por Nuno.
O professor também tem acesso livre e bom relacionamento nos corredores da Globo, o que evitaria cenas constrangedoras como as que vimos na África do Sul. Como jogador de futebol, foi um menino da Vila. Dificilmente deixará de fora do Mundial craques como Neymar e Paulo Henrique Ganso, artistas da bola aclamados por toda nação.
2 - Washinton Rodrigues, vulgo Apolinho
Conta com uma extensa lista de qualidades que faltavam a Dunga. Aos 74 anos, tem experiência de sobra e um vasto currículo, com passagens por Flamengo, Nacional, Continental, Guanabara, Tupi e Globo. Enfrentar pressão também é com ele mesmo, que treinou o Fla no ano do centenário e conseguiu se segurar no cargo até o final da temporada.
Mesmo sem obter os resultados esperados pela nação rubro-negra, mostrou ser um adepto do futebol ofensivo e dos craques, escalando o time com o histórico ataque formado por Sávio, Romário e Edmundo. Tem ainda o perfil ideal para selar a paz entre a seleção e os exigentes críticos da crônica esportiva.
3 - Mauro Shampoo

A traumática eliminação brasileira na África do Sul rendeu ao time de Dunga o título de pior seleção se todos os tempos. E, para contornar uma crise, nada melhor que contratar a mais emblemática personalidade do Íbis, pior time do mundo - de todos os tempos. Mauro Shampoo, ex-jogador do clube pernambucano, cabeleireiro, homem e letra de música de Oswaldo Montenegro, tem o currículo de brasileiro ideal para suportar a pressão de torcida e imprensa em 2014. N
a condição de quem aproveitou o estrelato para deixar um herdeiro, seu filho, no time onde a fama conquistou, o possível futuro treinador de nossa seleção poderia também atender qualquer exigência de convocação do presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Apesar da falta de experiência como técnico, é querido por baluartes da imprensa como Xico Sá e também poderia reconquistar o coração dos jornalistas de todo mundo da bola, colocando em prática os palpites de toda nação jornalística de nosso glorioso Brasil. Como vitorioso no seu objetivo quando vestiu chuteiras sob pressão, sabe todos os atalhos necessários para a conquista da glória no futebol.
4 – Romário
Após a experiência com o símbolo da garra e do “comprometimento” da seleção do Tetra, o Brasil clama por mudanças e pelo resgate do jogo bonito e ofensivo. Portanto, nada melhor do que apostar no representante do futebol-arte naquela vitoriosa geração.
Com uma passagem como técnico do Vasco, o Baixinho já supera o currículo de seu antecessor, além da experiência administrativa no comando do América. A presença de um ídolo dos jogadores no banco de reservas também serviria como uma motivação extra ao grupo, como prova o exemplo de Maradona na seleção argentina.
Romário de Souza Farias ainda seria uma dose fundamental de alegria para quem não aguentava mais o mal-humor de Dunga. Sem contar que, se a coisa estiver feia, sempre existe a possibilidade de o professor entrar em campo e resolver a parada.
Afinal, só faltam dez gols para ele igualar Ronaldo como o maior artilheiro da história das Copas.
5 - Alexi Lalas
Apostar em nomes estrangeiros é um paradigma na Seleção Brasileira. Desde 1965 não apostamos em outros idiomas para ditar as regras do jogo. Na ocasião, Nelson Ernesto Filpo Nuñez, argentino, treinou a ‘Academia de Futebol’ do Palmeiras, que trajando a camisa canarinho venceu o Uruguai por 3 a 0.
Antes, em 1944, ainda teve o português Jorge Gomes de Lima, o popular Joreca, que também massacrou os uruguaios nas duas únicas vezes que comandou o escrete brasileiro. Por isso, o norte-americano Lalas pode ser a voz da renovação tão esperada na terra do verde e amarelo. Ex-jogador, líder por essência e roqueiro, o gringo é irmão de um jornalista que atua em sua terra natal.
Como esteve na África do Sul, Lalas com certeza viu ou ouviu os urros brasileiros contra a Sele-Dunga. E dirigir o Brasil seria algo fácil para “Panayotis”, que teve paciência para retirar sua credencial de imprensa na Copa 2010 e vai ter o espírito de conquista yankee numa hora em que o povo canarinho tanto precisa reconquistar o próprio território.
Nada incomum para um cara como Alexander Panayotis, que ‘reconquistou’ os avermelhados tricolores de Cuba com o ouro levado pros Estados Unidos nos Jogos Panamericanos de 1991.
6 - Raymond Domenech
O Brasil precisa de uma revolução para voltar a ser potência. Domenech é o “cara” para que isso aconteça. Se Napoleão Bonaparte foi o responsável para que a França conquistasse parte de Europa central e ocidental, Raymond pode repetir em terras tupiniquins o Golpe 18 de Brumário aplicado pelo maior ícone de sua nação.
Bastaria que o francês demonstrasse no time de Ricardo Teixeira o desempenho pífio e as intrigas que sua seleção demonstrou na África do Sul – claro, antes da Copa 2014. Por causa da “conspiração dos carrascos franceses”, povo tomaria as ruas e protagonizaria atos revolucionários, obrigando à queda do treinador e assumindo o poder da CBF.
Porém, se na terra de RD, Napo lutou para evitar a ascensão das classes mais humildes, no território de Dunga ele poderia ser o responsável pela final chegada dos populares ao poder, numa pátria de chuteiras que talvez só pertença ao imperador RT.
Com certeza tal ato faria com que o povo brasileiro o perdoasse pela indelicadeza com nosso compatriota Carlos Alberto Parreira. Bom, só Zidane poderia fazer algo maior. Mas duvidamos que ele aceitaria o cargo.
Seg, 05 de Julho de 2010 01:03
Marcelo Benini
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